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TURISMO POBRE. DE QUEM É A CULPA AFINAL ???.
TURISMO POBRE. DE QUEM É A CULPA AFINAL ???
Muita gente. Poucas vendas em geral (considerem vendas inclusive nos restaurantes). O reflexo de um turismo sem qualidade resulta nisso. Baixa considerável no preço dos bens e serviços. Num balneário sem água, sem limpeza, com ambulantes sem critérios, acessos internos (mobilidade urbana comprometida, com ruas mal cuidadas e sem sinalização), único acesso à BR-101. Praias invadidas por farofeiros que levam tudo para consumir na areia (que deveria ser proibido, pq isto também polui, ou alguém acha que restos de alimentos não causam danos ao meio ambiente e sobretudo nas areias das praias? ). Segurança fragilizada. Transporte coletivo ruim. Esgotos em alguns pontos sendo mandados para a praia,sem a devida fossa, provocados proprietários de residências, condomínios e empresas irresponsáveis, que acham que o esgoto do seu imóvel é melhor do que dos outros...
 
Resultado: aluguéis mais baratos, porque acabam sobrando imóveis diante da ameaça da falta de água e segurança. Lojas com bons produtos e na formalidade concorrendo com produtos pirateados, empresas temporárias que se instalam no verão e depois vão embora sem deixar nada no município. Alguns nem pagam o alvará de funcionamento, que é emitido com vencimento para 28/02, quando deveriam pagar à vista em lá em novembro. 
 
Com afastamento do turista de melhor poder aquisitivo sobram os poucos recursos para dividirem por muitos. Quem está na informalidade ou não cumprem as regras estabelecidas a todos: respeito às normas da vigilância sanitária; limpeza e higiene, colaboradores treinados e preparados para atenderem, acabam podendo vender com preços mais baixos e estabelecem um nivelamento inferior. Então, é preciso rediscutir os objetivos da cidade: receber e bem quem pode pagar melhor; receber e de qualquer jeito quem paga pouco ou não paga. Quantidade nunca foi qualidade, gente de mais problemas igualmente na mesma proporção e retorno menor. 
 
Os culpados. Todos nós,os personagens deste cenário. Os que toleram biroscas em frente de seus negócios; quem tem alvará para vender vestuário e vende churros/carne/picolé; quem emprega pessoas sem se preocupar com as referências e antecedentes (e aí emprega muitas vezes o inimigo); que acondiciona ou joga o lixo de qualquer maneira nas ruas ou em frente dos seus estabelecimentos, contribuindo para cenários deploráveis, mau cheiro, atrativos para insetos e cães; falta de lixeiras para o lixo urbano (turistas ficam sem onde colocar os pequenos lixos); praias com quiosques sem infra-estruturas; terrenos baldios com mato sem que seus proprietários cumpram a lei e os mantenham limpos; falta de passeio público (parece que calçada no passeio público é obrigação só nas avenidas principais, as transversais e corredores intermediários seguem sem o devido cumprimento da lei); falta de estacionamentos em alguns condomínios e hospedagens, impondo aos inquilinos deixarem seus veículos junto às ruas e provocando congestionamentos; e os que entendem que turismo é receber de qualquer jeito, sem o respeito às normas e regras que ordenam o convívio social e urbano. 
 
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